El mapeo corporal como técnica para operacionalizar el concepto de territorio-cuerpo: reflexiones para la construcción de geografías insurgentes
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Resumen
La crítica decolonial geográfica señala el mapa como una herramienta de dominación y control, atravesada por visiones eurocéntricas que silencian a grupos subalternizados. Frente a ello, surgen prácticas de contramapeo que valoran perspectivas históricamente marginadas. En este contexto, el artículo discute el mapeo de los cuerpos-territorios como metodología decolonial que legitima el cuerpo como escala geográfica capaz de expresar subjetividades y dinámicas socioespaciales. Se analizan representaciones fotográficas de skaters, realizadas por fotógrafos skaters de Londrina (PR) y Monte Alto (SP), que revelan identidades, prácticas territoriales y relaciones entre cuerpo y espacio urbano. La representación visual de los cuerpos-territorios se entiende como una forma de resistencia, al dar visibilidad a geografías oprimidas y protagonismo a actores subalternos. Estos mapeos corporales funcionan como contramapeos, al capturar el territorio a través de la corporeidad y mostrar que la relación entre cuerpo y espacio es dinámica, cambiando según el tiempo, el lugar y la perspectiva del grupo social.
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